
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Roteiro e Descrição dos Personagens
Nesta atividade, foi desenvolvido um roteiro para rádio baseado na clássica história de “Chapeuzinho Vermelho”, porém protagonizada pelo Lobo-mau, ou melhor, neste caso, o neto dele. É um quadro de humor que teria a duração de no máximo 5minutos e seria veiculado duas vezes ao dia, sendo uma a tarde e outra a noite.
O público a ser atingido é jovem, entre 15 e 20 anos, e o quadro faria parte da programação da Jovem Pan.
Logo abaixo está a descrição dos personagens que fazem parte da história e em seguida, o roteiro.
Descrição dos Personagens
Loboboy – É um lobo solitário que cresceu sem o seu pai, criado pelo avô. Apesar do seu jeito “mano” paulistano de ser, é amoroso e amigo, contrariando todos os ensinamentos de seus antepassados. Cresceu na cidade, o que determinou o seu comportamento urbano. Um jovem sonhador em busca da conquista de sua amada platônica, Tokinha.
Tokinha – Neta da Chapeuzinho Vermelho. Uma menina meiga e bem baixinha. Seu apelido veio por causa dessa característica e seu nome verdadeiro é Jaqueline. Sempre usa uma fita vermelha na cabeça para enfeitar os seus lindos cabelos tingidos de loiro. Extremamente mimada por sua avó, tem um estilo “patricinha” de ser. Shopping, cabeleireiro e clínica de estética são lugares mais freqüentados por ela. Nunca notou a existência de Loboboy.
Lobo Mau – Avô e mentor de Loboboy que sempre está ao lado de seu neto. Possui um temperamento que se altera facilmente, principalmente quando o Loboboy apronta. Não se conforma com a paixonite de seu neto pela Tokinha, descendente da sua maior rival.
Chapeuzinho Vermelho – Avó de Tokinha. É sempre atenciosa e cria sua neta sozinha. É bem sucedida. Sempre muito preocupada com sua aparência, muitas vezes acompanha Tokinha nas visitas à clínica de estética.
domingo, 22 de novembro de 2009
Neologismos
- Extrínsecos: que compreendem os estrangeirismos.
- Intrínsecos: são formados com os recursos da própria língua. Podem ser de origem culta ou popular. Os neologismos populares são constituídos pelos termos de gíria. "Manjar" (entender, saber do assunto), "a pampa", legal (excelente), Zico, biruta, transa, psicodélico etc, são alguns exemplos.
No vídeo abaixo, é possível assistir a um exemplo de neologismo dito na televisão. O jornalista Celso Freitas, âncora do “Fala Brasil”, telejornal da Rede Record, praticou o uso da expressão “Deu branco”, neologismo que significa esquecer repentinamente.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Vícios de Linguagem
Nesta atividade, identificamos vícios de linguagem na televisão. O vídeo abaixo possui um exemplo de barbarismo.
O Barbarismo acontece no momento em que a entrevistada diz “rola umas música muito alta” (aproximadamente no tempo 1:00) e o repórter Vesgo ironiza logo em seguida repetindo o barbarismo.
Neste outro vídeo, o programa Pânico na TV apresenta o quadro “Meu mico... Mico meu” – que mostra a brincadeira dos telespectadores que mandam recados com a presença de Cacófatos.
Bônus
Assista ao vídeo abaixo e veja os vícios de linguagens mais comuns praticados por um operador de telemarketing.
domingo, 15 de novembro de 2009
A Jornada do Herói
A nossa história teve o "Menino Maluquinho" como personagem.
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A Jornada Maluca
Plínio é um aluno regular na escola, não é nem muito bom, nem muito ruim. Uma das coisas que ele mais gosta é deitar no chão, olhar para o céu e imaginar quando teria a oportunidade de poder viajar pelo mundo, mas não de avião e sim, de balão...de gás hélio. O garoto sempre repete que um dia viajaria por aí e que sua "casa da árvore" iria junto.
E por isso, ele é conhecido como "O menino maluquinho", afinal, ninguém acha normal amarrar balões em uma "casa da árvore" para poder viajar por aí, flutuando.
Seu modo de se vestir também é incomum. O terno grande e azul era seu uniforme de viajante e claro, a panela na cabeça o seu melhor capacete.
Plínio considerava Milton, seu avô, como um pai. Quando chegava chateado porque todos da escola riam de suas idéias malucas, seu avô repetia: "Meu garoto, você pode chegar à lua se quiser. O que você precisa fazer é acreditar". Ele era seu companheiro para todas as horas. Praticamente toda educação que tinha, vinha de seu avô. Milton gostava de sonhar como Plínio, mas nos últimos tempos estava doente e acabou falecendo.
Pouco antes, disse ao seu neto para correr atrás de seus sonhos, pois se não envelheceria sem ter conquistado nenhum deles. Pois é o que o Menino Maluquinho faz. Para ele, este é o momento de abandonar tudo e finalmente viajar em sua "cada da árvore" levada por balões. Mas como ele conseguiria assim, sozinho? Ele demora para tomar coragem, mas ele não podia desistir, pois o avô acreditava nele.
Pegou suas coisas mais importantes: comida em lata, lanterna, a panela, câmera fotográfica, uma foto de seu avô e seu fiel animal de estimação, Rufis.
Enquanto todos dormem ele amarra milhares de balões em sua casa da árvore e antes mesmo de amanhecer ele solta a corda que prende a casa. Para a surpresa dele, a casa flutua cada vez mais alto.
Ao amanhecer já estava no céu. Ele pouco acredita que conseguiu, mas antes que ele ficasse feliz demais uma tempestade estava por vir. Ele pode mudar o caminho, mas se assim o fizesse não sentiria a emoção de viver uma aventura, era maluquinho mesmo. Rufis late sem parar para os trovões que estão cada vez mais perto deles. A casa á fortemente atingida pela ventania, de repente, um trovão destrói uma parte externa da casa e Rufis escorrega para fora junto com a foto do avô de Plínio. É a primeira escolha difícil do menino maluquinho. E agora? Ele não pode salvar os dois. Em um ataque rápido de pensamentos e conselhos de seu avô que vieram à tona, Plínio segura Rufis pelo rabo e fecha os olhos como se estivesse dando outro adeus ao seu avô. Mas ao abrí-los percebe que Rufis havia agarrado a foto pela boca. Os dois se abraçam fortemente e caem no sono.
Quando acordam, deparam-se com uma grande ilha e percebem que os balões estão cada vez mais fracos, muitos tinham estourados na tempestade. Acabam caindo na costa da ilha.
O menino maluquinho não teme a floresta e procura uma espécie de oca que afirma ter visto enquanto ainda estava no céu. Rufis brinca com uma semente de abacate que encontrara no chão.
De repente, ele deixa a panela de sua cabeça e tropeça em seu próprio terno. Era uma armadilha. Rufis foge. Ele é levado por um grupo de pessoas estranhas que pareciam famintas. Ao chegar na região habitada, é recebido com muita alegria pelas pessoas, porém amarrado, o que era muito estranho. Foi convidado a almoçar na casa de uma família, ainda amarrado. Eles explicaram que ninguém nunca aparece na ilha e por isso estavam felizes por ele estar lá. O menino maluquinho pede para ser solto, pois ainda tem uma longa viagem pela frente, mas seu pedido não é realizado. Um deles disse que Plínio nunca mais poderia sair daquele lugar. Neste momento, desesperado, começa a gritar e tenta escapar. A família fica furiosa com essa atitude e revela que as pessoas não aparecem lá porque sabem que nunca mais poderão partir, pois esta ilha é um lugar secreto que não pode ser revelado a ninguém. O mais furioso membro da família pede a morte do garoto, pois ele sabe demais e quer fugir. Desesperado, o menino maluquinho grita por ajuda e nesse exato momento, Rufis, retorna surpreendendo a todos. Ele está acompanhado por um grande viajante que até então observava essas pessoas de longe, escondido. Tripo, o viajante, utiliza fogos de artifício que havia comprado
na China em uma de suas viagens, para assustar e despistar as pessoas. Enquanto isso, Rufis ajuda Plínio a se desamarrar da cadeira em que está preso.
Todos fogem. No caminho Plínio explica como foi parar naquele lugar. Sem muito tempo, o viajante pede para que o menino maluquinho desistisse dessa idéia maluca de viajar por aí com balões e que retornasse a sua casa.
Sem pensar duas vezes, Plínio exclama dizendo que nenhum perigo o faria desistir. Tripo, percebe que o garoto está determinado a correr qualquer risco.
Ao ser indagado como voltaria para o céu, o menino maluquinho percebe que havia esquecido um grande detalhe: os balões não tinham mais força para voltar a voar. Tripo propõe elaborar um grande balão que fosse capaz de levar todos para fora da ilha. Plínio aceita, porém tem que prometer que antes de continuar sua viagem teria que levar o viajante para casa. O menino maluquinho percebe que essa convivência era a oportunidade de aprender a ser um grande viajante.
Discretamente, durante a noite, Tripo, Plínio e Rufis coletam materiais para a construção do balão: folhas de coqueiros, de bananeiras, cipós e uma lona que Tripo havia escondido na floresta quando chegou à ilha. Com muito esforço, os três conseguem terminar o balão ao amanhecer.
Quando tudo já estava pronto, Tripo, Plínio e Rufis conseguem partir. O menino maluquinho nunca esteve tão feliz. Viajava agora com alguém que passou praticamente pelos mesmos problemas e que teve os mesmos sonhos que hoje ele deseja realizar.
Com muita surpresa, a equipe TPR, como Plínio havia nomeado, é atacada por sementes de abacate. A primeiro momento não se sabe da onde aquilo está vindo. Mas Rufis pega uma delas com a boca e Plínio rapidamente se lembra da ilha. Um avião monomotor aparece rodeando o balão. O viajante alerta dizendo que ele pertencia às pessoas da ilha. O piloto do monomotor grita pedindo que lhe entregasse o cachorro ou então seriam atacados e cairiam no mar, para morrerem alimentando os tubarões. O Menino maluquinho diz que nunca faria isso. O Balão é bombardeado por sementes cada vez maiores. Tripo se apoia em uma das pontas da base do balão, abre os braços e pede para que levasse ele ao invés do cachorro, pois ele sabe muito mais sobre a ilha do que Rufis e Plínio. O piloto, já furioso, atira insanamente contra Tripo, que não resiste e cai do balão. O Menino Maluquinho tem a primeira perda de um companheiro nessa jornada maluca. O avião desaparece. Plínio, aos prantos, abraça Rufis. Neste momento, a foto de seu avô e um estranho mapa aparece em seus pés. Era o caminho de volta. Tripo havia deixado antes de morrer. Plínio promete a si mesmo que levaria as lembranças de Tripo para sua filha para então poder voltar para casa.
Com muito esforço, enfrenta fortes obstáculos, mas consegue chegar ao primeiro destino. Ele entrega a Sol, filha de Tripo, tudo que ele havia deixado no balão. A filha emocionada, agradece o menino maluquinho e ainda diz que ele é um herói.
Plínio, finalmente, com a tarefa cumprida, decide retornar a sua casa.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Spot com humor!
Objetivo – Incentivar o uso de preservativos.O Roteiro
O Vídeo
O Rio de Janeiro
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Vamos pensar?
A TV aberta
Muito se diz que a televisão possui tantas variedades em sua programação que até lhe proporcionam o direito de escolha do que se vê. A princípio, pode parecer verdade, mas ao parar para pensar, no geral, a televisão aberta não lhe oferece tantas possibilidades.
Devido a necessidade da publicidade, a televisão aberta precisa conquistar audiência, pois dessa maneira consegue cada vez mais anunciantes que financiam o funcionamento de tal emissora. Por conta disso, programas e também canais de caráter muito importante que deveriam estar na televisão aberta como os educativos-culturais, os de debates com assuntos importantes (e não os que vemos atualmente com “baixaria familiar” e com problemas pessoais ), os de público-alvo bem definido como os infantis, jovens e adultos, femininos, universitários, ficam de fora com a justificativa de que o público em geral não os procuram. Desta forma, somente os mais privilegiados financeiramente conseguem ter acesso a esses tipos de programas ou canais.
Vale lembrar que a culpa não é das pessoas que não querem assistir este tipo de programação. O telespectador não possui nem a chance de “experimentar novas sensações”. Como então, saber se o público não gosta de cultura, por exemplo? Ou é melhor que ele não goste?
Aquele ditado de que quem manda na televisão é o telespectador, apesar de em partes ser verdade, é um tanto contraditório, afinal, quem escolhe a programação (normalmente) não somos nós, diferente da Web TV que possui infinitas possibilidades, mas este já é outro caso. É claro que se o público deixar de assistir a determinado programa, ele sairá do ar, logo, pode-se considerar que quem escolheu ter determinado programa ou não “no ar” foi o povo. Mas não houve participação direta.
Com a chegada da TV Digital aberta, chegou-se a cogitar a possibilidade da inserção de novos canais. Seria uma solução ideal para o problema em questão (falta de programação de qualidade). Porém, o processo ainda é lento, a chamada “democracia digital” não existe para a classe mais baixa da sociedade e por enquanto, tudo que essa tecnologia nos proporciona é uma melhor qualidade de imagem e som, portanto, nada referente a novos canais ou programação.
A partir de tudo isso, é fato que a programação das emissoras de televisão aberta no Brasil deixam a desejar em muitos pontos . Apesar do bom jornalismo, esporte, entretenimento (novelas, programas de auditório, etc), muitas aspectos ainda precisam ser melhorados. Enfim, a televisão aberta no Brasil conta com 7 canais. São 7 escolhas.
Temos mesmo o que escolher? Pensemos.
Esquete!
domingo, 17 de maio de 2009
Apresentação
Neste novo blog, produzido pela Equipe Cromaki (Aline Marques, Bruna Gomes, Júlio César, Rodrigo Kiyoshi e Vinícius Hirayama) e supervisionado pela Professora Doutora Patrícia Leite da Universidade Cruzeiro do Sul, você poderá acompanhar de perto as atividades da matéria de "Linguagem e Redação em Radialismo I" do 3ºSemestre do curso de Rádio e TV.
Se você gostou de nossas instruções para quem estava procurando informações sobre a profissão "Radialismo" no blog Cromaki, agora você vai poder ver de fato o que um universitário dessa área estuda!








